Cras de Agrestina promoveu palestra voltada para idosos

Foto: Adriano Monteiro
Foto: Adriano Monteiro
A turma da boa idade que participa das atividades do CCI de Agrestina esteve presente nessa quarta-feira, na sede do CRAS para uma palestra que teve o seguinte tema “Como envelhecer de forma saudável.” 

A iniciativa visou à informação para deixar claro que algumas mudanças de hábitos podem contribuir para uma vida saudável, entre estes exercícios físicos regularmente, alimentação com pouco sal para hipertensos, pouco açúcar.A palestra foi ministrada por equipes técnicas do NASF (Núcleo de apoio a Saúde da Família) com apoio da equipes do CRAS (Centro de Assistência Familiar).


Fotos: Adriano Monteiro
Por Núbia Silva / Decom Agrestina

Cavalgada do Chocalho será realizada em Agrestina neste domingo

Foto: Uhélio Gonçalves
Será realizado neste domingo (30), em Agrestina no Agreste Pernambucano, a 10ª Cavalgada do Chocalho. A programação inicia às 9h com concentração na fazenda Amapá, localizada as margens da BR 104. No local será servido o café da manhã para todos.

Em seguida, os participantes receberão a benção dos vaqueiros na Praça Padre Cícero e depois devem sair em cavalgada onde farão um percurso de 8 km pela zona rural. A rota inclui, riachão do maracajá e fazenda são Jerônimo no sítio Pedra Zé Bernardo. Este último todos irão se reunir em momento de confraternização para o almoço. 

Foto: Uhélio Gonçalves
A cada ano o percurso é modificado e são esperados cerca de 1500 cavalheiros e amazonas. O evento contará ainda com shows. A partir das 17h, haverá shows do grupo Forró Mega Star e Galego do Pajeú, na Fazenda Amapá. Os interessados em participar da cavalgada devem adquirir um kit no valor de R$ 50,00 que será vendido no local do evento. Os shows são gratuitos.

Por Núbia Silva / Ascom Agrestina

Ajustes reforçam previsão de 2015 difícil

Chegada de Levy e Barbosa, ambos com discurso de acerto das contas públicas, indica alta de juros e de impostos e corte de subsídios

Em suas projeções, economistas de diferentes matizes podiam discordar das medidas que deveriam ser adotadas em relação à economia no próximo ano, mas sempre houve uma unanimidade entre eles: 2015 seria um ano difícil. Nesta quinta, a fala conjunta dos futuros ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, ao lado do reconduzido presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, reafirmou a projeção. O ano será de duros ajustes que vão afetar a vida de todos os brasileiros. Pode parecer um contrassenso, mas a mensagem foi bem recebida pelos economistas. 

Isso ocorreu porque, diferentemente da atual equipe econômica, a nova mostrou que reconhece o cenário ruim e sinalizou que vai trabalhar para corrigir a rota. “A nova equipe econômica é uma clara mudança de rumo”, diz o economista Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-ministro do governo Fernando Henrique Cardoso. “E é uma mudança correta, porque os resultados do primeiro mandato se mostraram ruins. Então, agora não tem mais sentido qualquer análise catastrófica para a economia no ano que vem.”

Segundo ele, um dos efeitos imediatos é que o mercado de trabalho, que começava a dar sinais de arrefecimento, não vai piorar tanto como o esperado. 

O economista Eduardo Giannetti, que trabalhou na campanha da candidata à presidente Marina Silva (PSB), ainda tem dúvidas sobre se haverá espaço político para a nova equipe trabalhar, mas concorda com a visão. “Caso o novo ministro possa colocar em prática suas ideias, é possível que o cenário de turbulências comece a mudar.”

Ano duro. Uma boa pista sobre qual será o impacto de um eventual ajuste no dia a dia das pessoas está no valor anunciado do superávit primário (a economia do governo para pagar os juros da dívida). Levy falou em 1,2% de primário. Ele é conhecido por ser um ortodoxo, então, a expectativa é que faça um primário sem truques, que dependa de uma arrecadação mais robusta e de um legítimo corte de gastos. “Nesse cenário, não tem mágica: teremos aumento de impostos e cortes de subsídios”, diz Alessandra Ribeiro, economista da Tendências Consultoria Integrada. 

Já se prevê aumento da Cide, que hoje está zerada, o que vai elevar o preço da gasolina. Também existe a expectativa de que as passagens de metro e de ônibus, hoje represadas, sejam reajustadas. O mesmo vai ocorrer com a energia. Pelas expectativas da Tendência, o reajuste médio da conta de luz será de 18%. 

O aumento das tarifas vai pressionar a inflação, que já encostou no teto da meta (de 6,5%). Assim, para fazer a inflação ceder, será preciso segurar o consumo. A Selic, a taxa básica de juros, com certeza vai ser elevada, encarecendo o crédito. As prestações, do calçado mais básico ao carro mais luxuoso, vão ficar maiores. 

Há porém uma expectativa positiva em relação ao outro lado da equação do ajuste: o lado do gasto público. “Se Joaquim Levy cortar gastos ou ao menos segurá-los para que parem de subir acima da receita, teremos dois efeitos benéficos”, diz Marina Santos, economista-chefe da gestora Mauá Sekular. 

O primeiro é aliviar a alta dos juros. A Selic ainda seria elevada, mas em pontos porcentuais menores. Assim, o tranco sobre o crédito tenderia a ser menor. Isso é possível porque, para cada ponto porcentual a mais que o governo poupa, representa um ponto porcentual a menos para se elevar na Selic. 

O outro fator positivo é que um governo mais austero será capaz de resgatar a confiança de consumidores e, principalmente, de empresários e investidores. “O cenário para 2015 vinha se deteriorando há meses e tudo indicava que o País caminhava para a recessão, aumento do desemprego, queda da renda, com inflação e perda do grau investimentos: poderíamos retroceder uns 10 anos”, diz Marina. “Ainda não temos os detalhes sobre o ajuste, mas se o discurso for posto em prática, pode recuperar a confiança.” Em outras palavras: o ajuste vai doer em 2015, mas pode deixar a economia mais saudável a partir de 2016.

Estadão

Com apoio de Lula, Dilma quer governo conciliador


Após vencer as eleições "mais apertadas ocorridas depois da democratização do país" e diante de manifestações de cunho fascista a favor de um golpe militar, a presidente Dilma Rousseff (PT) tenta construir um novo pacto político, mais amplo do que o governo de 2010-2014. Convencida de que os problemas econômicos têm uma raiz política, quer ampliar a base do governo. Em sintonia com Lula, seus movimentos têm como objetivo aproximar-se dos mercados, que em vários momentos do primeiro mandato mostraram disposição de sabotar as medidas do governo.

Quem faz esta análise é o jornalista Paulo Moreira Leite, em sua mais recente postagem no blog que assina no 247. No artigo, ele também responde a recente crítica de Breno Altman, diretor do Opera Mundi e colunista do 247, sobre a lógica conciliatória do segundo governo Dilma. "Creio que Breno Altman comete um erro essencial ao apontar a lógica da conciliação como uma espécie de desvio fundamental de grandes homens públicos brasileiros, como Getúlio Vargas e João Goulart", diz Paulo Moreira Leite.

PML lembra ainda que o maior conciliador da política brasileira é justamente Luiz Inácio Lula da Silva, em quem Dilma hoje se inspira. "É impossível debater conciliação politica, no Brasil de 2014, sem discutir Luiz Inácio Lula da Silva, cujo espírito conciliador é um traço essencial de sua personalidade política", afirma. "Lula e seu espírito para negociar, ceder, avançar e ir em frente são parte insperável dos progressos que o país obteve nos últimos doze anos".

Ele avalia que a decisão de Dilma, ao montar a nova equipe, "implica em alguma dose de risco", uma vez que "em breve, ela será pressionada a entregar plenos poderes a Joaquim Levy, afastando-se da área econômica". Mas para o blogueiro, isso faz parte do jogo político. 

Na avaliação de PML, Dilma faz movimentos bem pensados, como a inclusão do empresário Armando Monteiro Neto e da senadora Kátia Abreu para o seu governo, enquanto recebe o teólogo Leonardo Boff e Frei Betto, aos quais informou que fará dos movimentos sociais a prioridade de seu governo. 

"Cumprindo o que disse, terá mais facilidades para enfrentar turbulências que certamente virão", diz.

Portal 247

População Agrestinense será contemplada com mais quatro unidades de saúde

Foto: Adriano Monteiro
A Secretaria de saúde de Agrestina trabalha a todo vapor para concluir as obras, que terão como principal objetivo melhorar o atendimento de saúde na cidade. A população será contemplada com mais três Unidades de Saúde da Família, além da UPA 24H.

Obras do posto de saúde de Cruz de Água Branca
Foto: Jocelim Valdemar
As obras de conclusão estão em andamento, a exemplo dos postos de saúde nas seguintes localidades: 21 de abril, Cohab, UPA 24H, além do PSF de Cruz de Água Branca, zona rural do município. Juntas as unidades vão beneficiar Cinco mil famílias no acesso a consultas, exames clínicos, acompanhamento do pré-natal, aferição de pressão, encaminhamentos. 

A expectativa é que até o primeiro semestre de 2015 os PSF’s estejam prontos, a exceção da UPA 24H, onde a previsão de conclusão é julho de 2015. A obra tem apoio do Governo Federal e recebeu recursos no valor de R$ 1.994.603,66. A unidade de saúde vai beneficiar além de Agrestina, as cidades de Altinho, Cupira e São Joaquim do Monte. 

Os serviços recebem o suporte das equipes de saúde da família, onde os pacientes são avaliados na própria residência por uma equipe de profissionais formada por médicos, enfermeiros, psicólogos, técnicos de enfermagem e assistentes sociais.

Foto: Adriano Monteiro
Por Núbia Silva / Decom Agrestina

Estado injeta R$ 2,1 bi por meio de salários e 13º

Foto: Paulo Sergio Sales
A economia pernambucana ganhou um novo ânimo neste final de ano. Trata-se do impulso proporcionado pelo pagamento do 13º salário dos servidores públicos estaduais, entre ativos, inativos e pensionistas, além do pagamento da folha salarial de novembro e da antecipação da folha de dezembro. O Governo de Pernambuco garante uma injeção, em menos um mês, de R$ 2,180 bilhões na economia local, onde grande parte deverá ser investida principalmente no comércio. O cronograma foi liberado, nesta terça-feira (25/11), pelo governador João Lyra Neto, durante cerimônia no Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo de Pernambuco, que fica no Recife. Para Lyra Neto, o pagamento do 13º e a antecipação da folha de dezembro, além de uma demonstração de respeito com os servidores públicos, também ratificam a saúde financeira da atual gestão. 

De acordo com a programação, o 13º salário (que equivale a um montante de R$ 710 milhões) será pago de uma só vez, nos dias 11 e 12 de dezembro, sendo a primeira data para os aposentados e pensionistas, e a segunda para os servidores ativos. Já a folha de dezembro, no valor de R$ 740 milhões, será antecipada para os dias 22, 23 e 24 do mesmo mês, seguindo o calendário de pagamento implantado ainda no início da gestão, em 2007. O calendário estabelece que no dia 22, recebem os aposentados e pensionistas; no dia 23, os servidores ativos da Secretaria de Educação; e no último dia os servidores ativos da administração direta e indireta. No calendário divulgado em janeiro, a previsão para os pagamentos da folha de dezembro seria para os dias 26, 29 e 30, respectivamente.

O governador João Lyra Neto explicou também que, para que o Estado consiga honrar com os compromissos do mês de dezembro, é necessário começar a planejar em março. "É preciso reservar cerca de 10% a 12% da receita mensal", completou o chefe do Executivo pernambucano, lembrando que a folha é composta por 225 mil servidores.

O secretário de Administração, José Francisco Neto, lembrou que a soma das três folhas (13º salário e os meses de novembro e dezembro) vai garantir a manutenção da economia. "Nós temos que considerar o comprometimento do governador com o planejamento fiscal do Estado, pois atualmente 17 estados estão com a folha comprometida e Pernambuco continua antecipando pagamentos", destacou José Neto, ainda durante a solenidade. Já o secretário da Fazenda, Décio Padilha, ressaltou que o Estado tem uma saúde financeira estável, considerando que o crescimento ainda se mantém acima da média nacional. "O governador João Lyra Neto, além de político, foi um excelente técnico, e vai deixar um Estado estável", afirmou Padilha. "Nos últimos anos, nós garantimos o crescimento e sem aumentar impostos. Além de atrair grandes investimentos, nós reduzimos a carga tributária em diversos segmentos", completou o governador.

Por Adriano Monteiro